Pesquisa sobre as ciclovias do Rio de Janeiro

Sobre Cecilia Herzog
Lancei o livro CIDADES PARA TODOS: (RE)APRENDENDO A CONVIVER COM A NATUREZA em junho de 2013. Sou presidente cofundadora do Instituto INVERDE, onde atuo desde janeiro de 2009. O objetivo do INVERDE é educar, conscientizar e propor um novo paradigma de cidades sustentáveis e resilientes em harmonia com a natureza, baseado em inter e transdisciplinaridade. Durante os últimos quatro anos organizei os ciclos de palestras e mesas redondas INVERDE (com apoio da AMIGOS DO PARQUE NACIONAL DA TIJUCA no Parque Lage) sobre sustentabilidade das cidades, com palestrantes nacionais e internacionais. Organizo e dou, juntamente com Pierre-André Martin) semestralmente o curso de curta duração ‘Infraestrutura Verde para Cidades Sustentáveis’. Sou professora da PUC-Rio. Durante a assembleia durante o 1o. Congresso Mundial de Ecologia Urbana, organizado pela Society for Urban Ecology - SURE, fundamos o capítulo brasileiro do qual sou a presidente. Escrevo regularmente para o blog internacional The Nature of Cities, o qual reúne mais de 50 profissionais, pesquisadores e pessoas que de alguma forma estão ligadas à natureza nas cidades de praticamente todos os países do planeta.

7 Responses to Pesquisa sobre as ciclovias do Rio de Janeiro

  1. Carla Crocchi disse:

    Plena concordância com o proposto. Inclusive ir mais longe. Já estou propondo inclusão de ciclovias exclusivas para as Agendas 21 Locais dos municípios limítrofes do Comperj. Os logradouros tem e ser democráticos para cada modalidade Calçada para quem anda a pé e ciclovias exclusivas para bicicletas, eletricas ou não!

  2. Ana disse:

    Cecilia e todos,
    Uma iniciativa bacana. O ITDP(/www.itdp.org), junto com a ONG Transporte Ativo (http://www.ta.org.br) e com o Studio-X, da Universidade de Columbia (http://www.arch.columbia.edu/studiox/rio) estão fazendo um projeto super bacana sobre mobilidade por bicicleta no Centro do Rio (indicação de construçao de ciclovias, bicicletários, conexões intermodais etc). A idéia é juntar os projetos já existentes na Prefeitura e sugeruir melhorias, acréscimos, mudanças, conexões com outros modais etc. A participação de ciclistas ativos ou aspirantes a ciclistas é muito bem vinda no processo. Houve uma reunião esse sábado, no próximo aviso a você com antecedência. Vamos ajudar a divulgar e participar!

    • Cecilia Herzog disse:

      otimo Ana! Não pudemos comparecer, mas vamos ver se no próximo encontro conseguiremos. Se mandarem o convite podemos ajudar a divulgar também.

      Abraços,
      Cecilia

  3. mantelli disse:

    a ‘pesquisa’ é apenas uma única questão? existe uma clara demanda dos trabalhadores por ciclovias em todo o subúrbio carioca, e as iniciativas públicas nesse sentido até agora são uma piada. temos que aprofundar esse debate.

    • Cecilia Herzog disse:

      Estamos com você. A questão deve ser debatida amplamente, pois a mobilidade urbana deve ser prioritária em uma cidade sustentável e resiliente. Ficar horas engarrafado é ruim não apenas pelas emissões de gases, mas para a saúde das pessoas e para a perda de tempo. A bicicleta precisa ser priorizada como um meio de transporte para toda a cidade em combinação com outros modais de transporte de massa. O ideal é que todos andem juntos, economizamos tempo, dinheiro, ficamos mais saudáveis e tolerantes ao conviver com pessoas diferentes no cotidiano.

  4. Cecilia Herzog disse:

    A proposta do INVERDE é contribuir para uma cidade melhor para as pessoas em harmonia com a natureza. Por isso, nada mais natural do que procurar dar força para um meio de transporte que não só não emite gases de efeito estufa, como ainda torna as pessoas mais saudáveis e felizes se tiverem como circular com segurança, conforto e com prioridade sobre os carros e ônibus. A questão dos bicicletários é realmente importante, pois devemos ter mobilidade baseada em transportes multimodais para atender as necessidades distintas das pessoas.
    Abcs e obrigada pela sua contribuição.

  5. Bom dia, parabéns pela iniciativa de tratar tema tão importante para nossa cidade. Sugiro que continuem fortalecendo essa questão, agregando outras pontos como, por exemplo, quais os desafios para que a bicicleta seja de fato um modal de transporte urbano? Nesse ponto acredito que a falta de bicicletários ao longo das ciclovias e perto dos principais pontos de ônibus e estações do metrô (não preciso nem falar da Central do Brasil, né?) é um dos entraves para a maior adoção da bicicleta como meio de transporte.

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