ONE DROP

Half of the world’s schools do not have access to water. As such, the daily chore prevents tens of millions of girls from going to school.

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Metodologia pode ajudar a prevenir cheias em rios urbanos

Postado por Daniela Kussama

Enchentes e deslizamentos, que acontecem principalmente em épocas de chuvas, podem ser minimizados se os administradores públicos tiverem em mãos ferramentas que os auxiliem a prever cenários futuros e a tomarem decisões mais precisas. Utilizando um Sistema de Informação Geográfica (SIG) o engenheiro Sidnei Ono desenvolveu uma metodologia que permite ações preventivas em regiões de risco. O Sistema de Suporte a Decisão para Gestão de Água Urbana – URBSSD é um software que permite elaborar estratégias preventivas em bacias urbanas. “A metodologia pode ser um importante suporte à tomada de decisões em tudo que se refere à água urbana superficial”, define Ono.

O estudo do engenheiro está inserido numa outra iniciativa da Poli, o Projeto Cabuçu de Baixo, que foi coordenado pelo professor Mario Thadeu Leme de Barros, do Departamento de Engenharia Hidráulica e Sanitária da Poli, orientador de Ono em seu mestrado.

A bacia hidrográfica do Rio Cabuçu está localizada na Zona Norte de São Paulo. O rio Cabuçu é afluente do Tietê pela sua margem direita, tendo suas nascentes junto à Serra da Cantareira. A área de drenagem é da ordem de 42 quilômetros quadrados.

A bacia hidrográfica do Rio Cabuçu de Baixo é um exemplo típico do que tem ocorrido em muitas cidades brasileiras. É uma bacia em acelerado processo de urbanização, mas que ainda dispõe de condições de controle, se adequadamente administrada pelos seus gestores. E foi lá que, a partir de 2002, Ono iniciou seus estudos para a elaboração do URBSSD. “Trata-se de uma metodologia que pode ser aplicada em outras regiões. Para tanto, basta que o software seja devidamente ajustado com os dados do local a ser monitorado”, esclarece o engenheiro.

Leia mais sobre o método: Nossa São Paulo

E maiores informações:

Sidnei Ono – (11) 5081-9900 / sidneiono@gmail.com

Professor Mario Thadeu Leme de Barros – mtbarros@usp.br

Site: http://www.phd.poli.usp.br/cabucu

5.400.000.000 litros de esgoto por dia

Um estudo recente elaborado pelo Instituto Trata Brasil em parceria com a Fundação Getúlio Vargas retrata em números constrangedores a situação do saneamento Brasileiro.

O estado do Rio de Janeiro lidera a lista negra com 4 cidades entre as 10 piores do Brasil. Todas na grande periferia da capital, em suma: bastante alarmante diante da previsão de crescimento dos 6 próximos anos.

Informações completas: oeco

AquaIris – purificador de água portátil

AquaIris – Designed To Purify Water In the Tropics

Dica: tradução em português: aqui

Though it looks like one of the latest trendy fashion accessories, it is actually a very practical portable water purifier. Perfect for those traveling in the tropics, where access to hygienic drinkable water may often be limited.

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AquaIris enables people to drink safe water irrespective of energy sources or infrastructure. The purifier neutralizes bacteria and viruses thanks to the UVC rays that hit every water molecule that flows by a layer of converter crystals.

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 The designer, Talia Radford, calls a lanyard attached to the devices a link between the user and the purifier. The lanyard is covered with symbols that display the instruction of use, and it also has re-usable filters attached.

The device has a special slot for a removable filter to be inserted before use.

If you still don’t have a clue how it works, watch the video below:

Icebergs de lixo

Dêem uma olhada no slide-show do site Americano Treehugger.

Está se formando no oceano pacífico um continente de lixo.

90% desse lixo é plástico e está entrando na cadeia alimentar, basta olhar esse vídeo mais abaixo para ver o que foi encontrado na barriga de um peixe no meio do pacifico: plástico, plástico e plástico.

Já é notório que o plástico tem efeitos cancerígenos quando introduzido na cadeia alimentar.

Photo credit: BuffaloReadings.com

Essa foto do nosso novo continente de lixo vale qualquer comentario. É perto do Japão…

Nesse video abaixo um cruzeiro feito de lixo mostra o que se encontra no meio do oceano. Assustador!

 

Usar metade do sabão em pó

Los principales fabricantes de jabón diseñan un solo detergente para Estados Unidos o Europa, a pesar de que la calidad del agua y las necesidades de las comunidades difieran. (…) Los fabricantes simplemente añaden más fuerza química para eliminar las condiciones circunstanciales.
Este dato del libro (De la cuna a la cuna).Cradle to cradle, me llamó la atención y decidí probarlo.

Hace unos seis meses que uso más o menos la mitad de detergente en la lavadora y la ropa queda igual de limpia. He probado varias marcas y apenas se nota la diferencia.

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  El río Tieté, que atraviesa la ciudad brasileña de São Paulo, es un caso extremo de contaminación por espumas. Lo cuenta Visión Beta.A partir de aquí, he reducido las dosis de detergentes y productos de limpieza en general y aparte de que los resultados son los mismos, cuesta menos aclarar.

 

Para la ducha ya hace años que comprobé que usar manoplas y esponjas gasta mucho menos jabón que con las manos. Cualquier reducción química es buena y ésta, aparte que es sencilla, también ahorra gastos domésticos.

 

Visto aqui: http://eco.microsiervos.com/practico/limpieza-mitad-dosis-detergentes.html

Evaporação na Amazônia, chuva no Sudeste

 

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O aviador Gérard Moss, que passou um ano e sete meses sobrevoando o céu do país atrás dos “rios voadores” da Amazônia, nuvens com potencial de precipitação que influenciam nas chuvas do sudeste e sul do Brasil, terminou sua viagem. O resultado, apresentado hoje (18), em São Paulo, confirmou o que ele suspeitava: a Floresta Amazônica exerce grande influência nos ciclos pluviais das principais regiões que movimentam a economia do país.

Segundo os dados coletados pelo aviador, a vazão deste “rio imaginário” pode chegar a 3.200 metros cúbicos por segundo (m³/s), mais que a vazão do Rio São Francisco, de 2.800 m³/s, e 27 vezes mais potente que a do Rio Tietê, de 116 m³/s. “Isso dá uma idéia da potência do rio voador. Tal vazão equivale a 115 dias de consumo médio da cidade de São Paulo”, explica.

Os números referem-se apenas à medição realizada entre os dias 10 e 11 de fevereiro deste ano e, segundo Pedro Dias, da Universidade de São Paulo, parceira no projeto, ainda não dá para saber em quantos dias do ano o fenômeno acontece. No entanto, ele é de extrema importância, pois demonstra mais um serviço ambiental gerado pela Amazônia às demais regiões do país.

As mais de mil amostras coletadas por Moss em 12 vôos, entre agosto de 2007 e março deste ano, mostram a quantidade de “água precipitável” que sai da Amazônia e que depende de vários fatores para se tornar chuva. Mas isto é apenas uma questão de nomenclatura, pois, o que o trabalho deixa claro é que, segundo Dias, todas as vezes que o “rio” passou por cima de alguma cidade, a média no aumento de vapor d´água ficou entre 10% e 15%. Em Ribeirão Preto (SP), por exemplo, a passagem das nuvens que vêm da Amazônia aumentaram em 60% a precipitação.

Segundo o aviador, o objetivo do trabalho é, além de validar modelos científicos já existentes, mostrar a importância da mata em pé – considerando que, diariamente, são evaporados cerca de 20 bilhões de m³ de água na floresta Amazônica e que, cada árvore, contribui transpirando 300 litros de água diariamente. “A precipitação total do Brasil não é só oriunda da Amazônia, mas ela é uma fonte importante e está definitivamente ameaçada”, disse.

Por enquanto, apenas o estado do Amazonas procurou o aviador para conversar sobre este serviço prestado pela floresta. As discussões sobre o pagamento por tal oferta continuam somente no nível das idéias.

Por Cristiane Prizibisczki

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