Christina Ora, Solomon Islands GetUp Delegate addresses COP15

Christina Ora, a GetUp! sponsored Youth Delegate from the Solomon Islands was chosen to speak at the closing session at COP15 in Copenhagen. Christina discusses the disastrous affects of climate change

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

“I was born in 1992, you have been negotiating all my life. You cannot tell us that you need more time. Please commit to these decisons NOW. Because you hold our future in your hands, and survival is not negotiable.”

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Faça um tour pelas mudanças climáticas no Google Earth

Em frente à conferência em Copenhague (COP15) que será realizada em dezembro, o Google Earth está lançando uma série de layers que possibilitam os usuários a vizualizar cenários climáticos futuros, dependendo de nossas ações atuais.

Um dos novos layers acompanha uma narração de Al Gore com os possíveis efeitos das mudanças climáticas (em inglês).

Os outros layers mostram projeções climáticas, incluindo mudanças de temperatura e pluviosidade, em cenários de baixas e altas emissões de CO2. 

Nas próximas semanas, o Google planeja também disponibilizar layers que mostrem soluções para lidar com essas mudanças.

Além desses cenários, o Google também criou um canal no YouTube especialmente para a COP15. Usuáriospodem enviar suas dúvidas e opiniões, e as mais comentadas irão para a conferência em Copenhague e também serão exibidas durante o debate da COP15 promovido pelo YouTube e pela emissora CNN, também em dezembro.

RIO 2016: “A paixão nos UNE”!!!

AS OLIMPÍADAS 2016 É NOOOOOOOOOSSA!!!!

Vamos transformar o Rio + VERDE !!!!!!!!!!!!

Exibido em Copenhague (02/10/09):

 

Infraestrutura:

NO IMPACT MAN: Uma vida sem impactos ambientais é possível?

Uma vida sem impactos ambientais é possível?

Escritor americano passa um ano vivendo de maneira radicalmente ecológica e conta sua experiência em livro e filme.

Mesmo morando no nono andar de um apartamento em Nova York, Colin Beavan, sua mulher Michelle e a filha de dois anos, Isabella, não usavam elevador. Qualquer meio de transporte movido direta ou indiretamente a combustíveis fósseis — elevador, automóvel, ônibus ou metrô — foi abolido, e a família só andava a pé ou de bicicleta. Eles só compravam comida local, produzida num raio de 400 quilômetros da cidade, e não usavam sacolas plásticas.

A experiência teve algumas atitudes mais radicais, como não usar eletricidade dentro de casa. Isso significou deixar de assistir TV e lavar as roupas jogando-as dentro da banheira e pisando nelas, fazendo com os pés o trabalho de uma máquina de lavar. Da alimentação, foram cortados a carne vermelha e até o café; no banheiro, nada de xampu, pasta de dentes ou papel higiênico.

Esse estilo de vida era a base do projeto No Impact Man, em que Beavan e a família passaram um ano, entre 2006 e 2007, procurando provocar o menor impacto ambiental possível. A experiência virou livro e documentário, que acabam de ser lançados nos Estados Unidos.

Beavan calculou que, durante o ano do projeto, sua família deixou de enviar para o lixo 2190 copos de plástico ou de papel, 572 sacolas plásticas e 2184 fraldas descartáveis. Dois anos depois do final da experiência, como conta a reportagem publicada no jornal The New York Times, eles haviam retomado alguns hábitos. A eletricidade foi religada, mas com uso restrito ao mínimo necessário, pois eles continuaram sem ligar o ar condicionado, a máquina de lavar louça e o freezer. Eles agora pegam o elevador em vez de subir os nove andares pelas escadas, mas não abandonaram a bicicleta. A carne vermelha foi eliminada do cardápio, mas o café e o azeite voltaram.

Uma vida mais feliz

Como Colin Beavan relata em seu blog, passar um ano com tantas restrições foi um processo difícil para ele e para a família, mas a experiência o levou a grandes descobertas. “Uma das coisas que eu não esperava quando vivi o mais ecologicamente possível por um ano é que eu acabaria, em vários sentidos, sendo mais feliz”, conta.

Agora, o escritor está engajado em viabilizar o No Impact Project, um projeto que pretende levar as pessoas a fazer uma experiência semelhante durante uma semana. O objetivo, de acordo com Beavan, é que as pessoas descubram quais mudanças na direção de um estilo mais ecológico poderiam lhes trazer uma vida melhor. “Não se trata de privação ambiental”, afirma Beavan em seu blog. “Trata-se de como podemos ser pessoas mais felizes ajudando a construir um planeta mais feliz.”

Blog No Impact Man

Leia mais: Instituto Akatu

AquaIris – purificador de água portátil

AquaIris – Designed To Purify Water In the Tropics

Dica: tradução em português: aqui

Though it looks like one of the latest trendy fashion accessories, it is actually a very practical portable water purifier. Perfect for those traveling in the tropics, where access to hygienic drinkable water may often be limited.

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AquaIris enables people to drink safe water irrespective of energy sources or infrastructure. The purifier neutralizes bacteria and viruses thanks to the UVC rays that hit every water molecule that flows by a layer of converter crystals.

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 The designer, Talia Radford, calls a lanyard attached to the devices a link between the user and the purifier. The lanyard is covered with symbols that display the instruction of use, and it also has re-usable filters attached.

The device has a special slot for a removable filter to be inserted before use.

If you still don’t have a clue how it works, watch the video below:

Tic Tac Tic Tac – 100 dias para Copenhague

A Campanha Tic Tac Tic Tac é uma iniciativa brasileira conectada à Campanha Global de Ações pelo Clima (GCCA-BR), que visa sensibilizar os governos de países-chave em todo o mundo para que a COP 15 – Conferência do Clima a ser realizada em dezembro de 2009, em Copenhague – represente um avanço decisivo no processo de enfrentamento das mudanças climáticas.

A campanha objetiva conseguir do governo brasileiro um posicionamento mais firme e ousado na COP15, tanto assumindo compromissos concretos quanto ampliando sua posição de liderança positiva, propondo ações e metas ambiciosas, vinculantes e consequentes, alinhadas com os mais recentes conhecimentos científicos e com os interesses estratégicos de longo prazo do Brasil e do mundo.

Tem o apoio de ONGs como Greenpeace, WWF, Oxfam e Vitae Civilis, bem como de lideranças sindicais, empresariais, religiosas e de outros grupos da sociedade civil.

Fonte: Instituto Ethos

E ouça os comentários de André Trigueiro na CBN: Mobilizações mostram que sociedade civil está atenta às mudanças climáticas

A hora é agora: Sua assinatura vale um futuro: aqui

Story of Stuff – A História das Coisas (COMPLETO)!

Story of Stuff: A História das Coisas dublado em português!

Assista ao vídeo agora e tire suas conclusões!!

Há os que não pensam no assunto.

Há os que dizem que um sistema diferente do que temos é utopia (governos, inclusive, dizem isso com todas as letras).

Há os preguiçosos que preferem deixar como está, porque assim não precisam fazer nada.

Há os que simplesmente não sabem disso.

Há os que ainda são jovens demais e já se acostumaram a pensar que é assim e que isso é natural, que o maior sonho que se possa ter é aquele que se pode consumir, comprar.

Mas também há os que pensam de modo diferente, estudam e lutam pelas mudanças. Não são visionários, excêntricos, naturebas, bicho-grilos, sonhadores ou lanáticos. São pessoas inteligentes, cuja visão não se limita à própria existência, mas pensam no planeta, na sua descendência, no futuro que virá se o homem permitir.

Claro que comprar dá prazer, mas será que não podemos pensar um pouco antes de fazê-lo? Será que estamos tão anestesiados que não conseguimos mais pensar sobre a real necessidade ou mesmo o prazer de uma compra?

Entra tudo no automático: está na moda, eu compro; estou triste, eu compro; meu relacionamento amoroso é uma droga ou não existe, eu compro; dedico pouco tempo ao meu filho, eu compro; meus sonhos, eu compro, enfim, comprar virou uma espécie de remédio para tudo e a gente já perdeu a noção de que isso, em vez de cura é a própria doença.

Então, se você por acaso caiu aqui, veja o vídeo, divulgue-o, mas, principalmente, repense o seu consumismo, a sua atitude, a sua responsabilidade.

Pense em como pode pressionar os políticos, as empresas, a sociedade. Sem esse papo de que O SISTEMA é muito maior que nós. Isso será verdade até quando nós quisermos.

Nós, indivíduos, unidos a outros indivíduos que queiram a mesma mudança, seremos tão forte quanto for a nossa determinação. Por que não nos organizamos? Hoje temos a internet, os blogs, os sites. Isso nos dá mais poder.

  Sei que a mudança total é praticamente impensável, mas qualquer pequena melhora já será melhor do que respirar um ar pesado e sujo, comer uma fruta linda e tóxica, viver em cidades sem verde (por que não tenta mudar isso na sua rua?), poluir o ar com toxinas formadas a partir do nosso lixo não reciclado e, pior, quase sempre inútil.

(…) Mas o que eu gostaria mesmo é de pedir a quem, por acaso, passar por aqui é que lute pela maior liberdade que a gente pode ter, que é o poder de escolha. A gente sempre pode fazer as coisas porque os outros fazem, isso também é uma escolha, mas melhor seria fazer porque se informou, refletiu e escolheu.

 

 Aqui está o vídeo que você pode (e deveria, na minha opinião) divulgar. A escolha é sua. Eu, Gabriela, estou repassando e torcendo para que o vídeo provoque em cada um de vocês o mesmo impacto que teve para mim. O texto acima é meu. Ele foi usado em uma outra circunstância, mas resolvi inserí-lo aqui também, porque não gosto de repassar as coisas sem filtrá-las e dar a minha opinião. 

 

 Não tive a intenção de fazer discurso ou ensinar nada. Tudo o que eu disse é o que quero fazer eu mesma. Vivendo em Napoli, por exemplo, vi de perto o problema do lixo e sei que isso é uma coisa que, mais cedo ou mais tarde, vai acontecer em todas as cidades que não resolverem o problema antes que ele seja irresolvível.

 

Mostrem o vídeo aos seus filhos e discutam o assunto com eles. Sugiram o tema (e por que não o vídeo) nas escolas deles. Acho que o trabalho de formiguinha é fundamental.

 

Um beijo a todos.

Gabriela

Fonte: Tanto Mar

Assista ao vídeo agora e tire suas conclusões!